Amiga/Amiga

Maria Nogueira Martinelli / Sandra Ravanini

(Sapeka) (Xan)

 

Qualquer hora dessas

lerás os meus versos

 que falam do meu amor.

 

 

Lendo-te; desoras avessas!

Perdoas, então, este terço,

pois dissera eu de uma dor.

 

 

Verás que é antigo,

sem mistério e nada estranho,

É o mesmo que um dia se encantou,

exaltou e fez morada eterna no meu coração

 

 

Embriagado e longínquo abrigo,

sinais de tudo que ora acompanho

na mesma plenitude que mitificou,

Maria amor, escriturando-te oh! constelação.

 

 

Tem a leveza dos dias claros

com a clareza de noites sem breu

Intenso como a alvorada

que apaga toda dúvida que a noite adormeceu.

 

 

Tem no silêncio que eu falo

o sentido invertido tão meu,

imenso breu descorando a madrugada

que prateia à lagrima todo sal que desceu

 

Eu te amo!

Eu te amo!

 

 

09/05/2008

09/05/2008

 

 

 

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