Brisa mansa

Maria Nogueira Martinelli

(Sapeka)

 

 

Acarinhando suave a madrugada,

com leve toque causando o arrepio

sob um olhar de uma lua inspirada,

soprava a brisa provocando o meu frio.

 

 

Seguia  passos de sonhos estrelados

que caminhavam abraçados no luau,

fazia festa nos pêlos eriçados,

atiçando-os de um jeito quase irreal.

 

 

Ah, brisa mansa que vem daquele mar

o seu carinho é  bálsamo na alma em paz,

quando um  beijo vem correndo entregar.

 

 

É calma à noite em sua doce companhia

refresca a alma do abrasado da paixão,

num acalento que provoca a nostalgia.

 

 

Santos, 13 de setembro de 2009.

(inspirado no retorno da reunião gostosa com amigos na casa da Ciducha)

 

&

 

Soneto para a brisa mansa...
(Tere Penhabe)


Brisa que encanta, que os sonhos afaga,
Que abraça esse canteiro da amizade...
Com ela, nossa dor passa, naufraga,
Indo morrer no porto da saudade.

E num sorriso que nos embriaga,
Colhemos com amor, tranquilidade,
Sonhando que o amanhã sempre nos traga,
Novas sementes dessa afinidade.

São sete amigos nessa confraria,
De um tempo precioso, singular,
Que por nada no mundo, eu trocaria.

Na brisa mansa que chegou do mar,
Meu coração deitou-se sonolento,
Feliz por ter vivido esse momento.

Santos, 30/09/2009
www.amoremversoeprosa.com

n.a. soneto inspirado no poema da amiga Sapeka,
feito após uma reunião em casa da Ciducha, onde
estávamos em sete amigos:
Ciducha, Sapeka, Tere, Namein, Ze Luiz, Eliana e Guerino.
 
 
 

 

 
 
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